As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 24/10/2018
De acordo com os dados da OIT (Organização Internacional do Trabalho) no Brasil, 30% dos jovens estão desempregados. Tal quadro, remete a precariedade das escolas brasileiras, bem como o preconceito vigente na sociedade. Nesse contexto, evidencia-se a necessidade de serem tomadas atitudes pelas autoridades competentes para reverter essa problemática.
É indubitável que as instituições de ensino brasileiras são falhas no quesito de promover estruturas para atender o mercado atual. A esse respeito, muitos empregos exigem do jovem ensino médio completo e conhecimento de Word e Powerpoint, porém segundo o MEC(Ministério da Educação), 48% das escolas públicas não possuem computadores para seus alunos. Todavia, de acordo como o grego Pitágoras é necessário investimentos na educação das crianças, para que seu futuro não seja desastroso e assim prejudicial ao povo. Desse modo, urge investimentos no setor educacional.
Outrossim, é inegável que o desemprego no Brasil tem idade, cor e gênero. Nesse viés, as pesquisas do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que o desemprego dos brancos foi o único a diminuir, enquanto o de pardos e negros aumentaram em cerca de 4%. Essa triste realidade reafirma a teoria do sociólogo Pierre Bordieu, visto que consoante o pensador a sociedade interioriza,naturaliza, e reproduz estruturas do seu passado, caracterizando assim o conceito do Brasil colonial.
Destarte, a é evidente que o ensino nacional, somado á discriminação social são os maiores impasses para a problemática. Logo, cabe ao Ministério da Educação investir na estrutura e no ensino da informática. Através da criação de salas específicas para essas aulas, além do contrato de professores especializados para o ensino da tecnologia de informação, com a finalidade de atendes as necessidades do mercado do século XXI. Após a prática dessa simples ação, o desemprego mostrado pela OIT será drasticamente reduzido.