As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 27/03/2019

No início da Primeira Revolução Industrial, no fim do século 18, a emigração do campo rural para as industrias urbanas, tornou-se muito mais elevadas do que os séculos passados. No Brasil, muitos praticavam o êxodo rural com o intuito de conseguir um emprego nas fábricas, mas, por conta de uma enorme onda de migração, vários ficaram desempregados, muitas vezes, por conta de uma baixa qualificação acadêmica ou pela exploração oferecida pelos patrões.

Hodiernamente, nesse contexto, o jovem brasileiro se encontra no mesmo problema dos proletariados do século 18. Ademais, muitos procuram o cargo apresentado sem experiência sobre o mercado trabalhador, com consequências que muitas vezes impedem o jovem de ingressar no emprego, na qual é ocasionada pela descriminação acadêmica, ou, também, de seu histórico escolar, que geralmente é escasso. Nessa perspectiva, uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Mostra que apenas 25%, dos jovens de 18 a 24 anos, conseguem uma nova colocação no mercado de trabalho.

Além disso, dados divulgados pela Organização Internacional do Trabalho indicam que, os setores com as maiores influências juvenil incluem financias, comércio e saúde.Assim como, os jovens contemporâneos se tornam muito mais hábeis em setores tecnológicos do que velhos trabalhadores. Em virtude disso, não há razões para a negação dos jovens ingressarem no mercado de trabalho, mas, a sua persistência coincide pela falta da educação aplicada pelos patrões ou pela segregação  marginal sob o perfil do atual trabalhador jovem.

Destarte, a situação dos jovens no mercado de trabalho precisa ser mais destacada e discutida pela mídia e sociedade. Para isso, as mídias de comunicação, como a escola e os jornais, devem ampliar seus editoriais, na qual demonstrem essa situação do novo trabalhador, assim como estimular o questionamento da dificuldade do brasileiro de ingressar nas empresas antes dos 35 anos. Ou seja, o Poder Público necessita ampliar investimentos educacionais, por intermédio de uma reforma educacional, que irá oferecer mais chances empresariais para trabalhadores, assim como educar de forma mais consciente sobre a importância dos jovens no mercado brasileiro, como também diminuindo os preconceitos aplicados nos novos empresários.