As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 31/03/2019
O trabalho ao longo da história nem sempre teve o significado conhecido como nos tempos atuais. Outrora ,esse termo era classificado como algo apenas para os mais marginalizados. No entanto, a partir do século XIX e XX , com a concretização da Revolução Industrial, será realmente consolidado como algo promissor e próspero. Nas últimas décadas, no caso brasileiro ,parece que se encontra em um estágio crítico quando se fala no âmbito do emprego , visto que os mais jovens ao entrarem no mercado de trabalho não estão tendo a devida atenção pelo poder público, tendo , desse modo , dificuldades ao ingressarem nesse campo. Dentro desse contexto, há dois indispensáveis fatores que devem ser levados em consideração: as novas demandas da mão de obra na atualidade e os seus efeitos para comunidade brasileira.
A princípio,vale ressaltar que a definição de meio-técnico-científico é relevante para entender o paradigma hodierno. De acordo com o professor Milton Santos,é o atual estágio do capitalismo de produção e transformação do espaço geográfico. Em outras palavras, a terceira Revolução Industrial juntamente com o ideal da globalização ,modificou o mercado de trabalho em ser mais especializado , retirando aquela mão de obra mais primitiva, e incluindo indivíduos com alto desempenho e competitividade no cenário mercadológico.Fica claro ,por conseguinte , que esses fatores atuam em um fluxo contínuo de dimensões cada vez maiores.
Outrossim , cabe salientar a consequências ocasionadas por essa conjuntura. Nesse sentido , a mais relevante é a queda da qualidade de vida social, embora o Brasil tenha uma pirâmide etária consideravelmente jovem , sendo classificada como um país emergente , essa diminuição afeta até mesmo os mais idosos, tendo em vista que a chamada PEA(População economicamente Ativa), os que trabalham ou estão procurando emprego , sustentam os aposentados que já contribuíram para a máquina governamental.Em razão disso , sem eles o sistema previdenciário se quebra por não ter esse ciclo de jovens sendo reposto no lugar dos mais velhos, indo junto a economia do país.
Infere-se,portanto,que são necessários medidas para amenizar o impasse das poucas vagas de serviços aos mais juvenis.Para que isso ocorra o Ministério do Trabalho,juntamente com o da Educação e especialistas sobre setores de atividade,produzir mais centros de ofício dentro das próprias faculdades ,ao ponto de que quando o estudante sair do ensino superior já possa ser encaminhado para o seu determinado setor.Isso ocorreria,por meio de acordos entre o público-privado e eles dois investindo capital nessa classe que é a base da sociedade.A finalidade seria em razão de existir na estrutura acadêmica sólida ,nesse campo geral,e a população se beneficiar ao todo.