As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 14/06/2019
De acordo com a análise do palestrante e escritor Sidnei Oliveira, na atualidade as empresas almejam que jovens tenham além de conhecimentos gerais, intimidade com a tecnologia. Devido a universalização - principalmente do ensino - outro requisito esperado, é uma formação básica. Notoriamente,adolescentes enfrentam dificuldades, visto que necessitam escolher entre estudo e serviço.
Segundo a análise do diretor Jacques Meir, essa nova geração é mais capacitada e educada para o mercado de trabalho, porém firmas costumam optar por pessoas com mais experiencia, pela necessidade de manter à alta produtividade. Sociedades como farmácias, supermercados e lojas, acolheram a Lei do Aprendiz, aprovada em 2000 que orienta empresas de grande ou médio porte a terem pelo menos 5% dos seus funcionários aprendizes, entre 15 e 24 anos.
O emprego permite ao jovem a independência financeira- ou menor dependência- assim como contribui com seu processo de independência social e emocional. É, certamente, um importante momento para o indivíduo, crucial para o desenvolvimento de papéis adultos a serem desempenhados. Mas com suas emoções sendo ainda construídas, se depararão com dificuldades em organizar e dividir seu tempo. Grandes deveres necessitam de grande responsabilidade. Assim como o primeiro emprego, o estudo é crucial. Com conhecimento varias portas irão se abrir tanto para faculdades, como para o emprego sonhado.
Com a ajuda do governo junto com os coordenadores do ISBET, pode-se aumentar o numero de psicólogos e profissionais que passaram pela mesma situação em escolas para instruir jovens na caminhada para o seu primeiro emprego, dizendo o quão importante ter uma boa distribuição no tempo. Em contrapartida empresas deveriam abraçar o grande interesse dos adolescentes e aumentar a porcentagem de aprendizes em seus funcionários, dando a eles tanto um voto de confiança como uma chance de aprimorar em seus conhecimentos profissionais.