As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 05/05/2019

Decretada pela ONU(Organização das ações Unidas) no ano de 1948,a declaração Universal dos Direitos Humanos,no artigo XXIII,garante a todos indivíduos direito a trabalho e ao bem estar social.No entanto,a falta de políticas de inserção de jovens no mercado de trabalho,impede que a essa parcela da população usufrua desse direito universal na prática.Diante dessa perspectiva,cabe avaliar fatores que favorecem esse quadro.

A educação é um fator principal no desenvolvimento de uma nação.Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial-segundo o FMI(Fundo Monetário internacional)- seria lógico acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido nas barreiras que jovens enfrentam ao adentrar no mercado de trabalho.De acordo com o IPEA(Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada),jovens que nunca trabalharam,sua chance de conseguir o primeiro emprego é um pouco mais de 60% em relação aos que já trabalharam. É repudiável perceber a ligação direta entre esse dado e a forma que o estado promove a educação.

Faz-se mister,ainda,salientar a ultima Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio(PNAD), revelou que a taxa de desemprego é de 6,4% entre estudantes com curso superior contra 11,7% do nível médio,como impulsionador do problema.De acordo com o pedagogo brasileiro Paulo Freire,se a educação sozinha não muda a sociedade,se a educação a sociedade não pode mudar.Percebendo isso,pode-se afirmar que que a educação e a forma mais eficiente de alterar problemas recorrentes em todo tecido social.

Portanto,indubitavelmente medidas são necessárias para resolver esse problema.O estado deve investir mais na capacitação de jovens por meio de programas de inclusão a educação já existentes,-como PROUNI(Programa Universidade para Todos)por exemplo-para que as chances desses jovens aumente ao ingressarem no mercado de trabalho.