As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 20/05/2019
Cotidianamente, tem-se observado notícias de diversos veículos de informação sobre uma das principais crises que envolvem o Brasil na atualidade: a do desemprego. Derivada de defasagens que se iniciaram ainda em 2014, em meio à uma crise política, tem tomado proporções de descontrole e preocupação à toda a população.
Apesar de ser consolidado como um direito fundamental a todo cidadão brasileiro, promulgado no art. 6º da Constituição Federal de 1988, é vivido como um desafio para o indivíduo que precisa produzir seu sustento, em se tratando, principalmente, dos jovens, que protagonizam a busca pela primeira oportunidade profissional.
Fatidicamente, os números de desemprego no Brasil sobem cada vez mais: são mais de 14 milhões de pessoas sem nenhum tipo de ganho ou recebimento; e quando os dados se referem aos jovens, estes excedem ao dobro da taxa geral, conforme levantamento realizado pelo portal G1 da Globo.
Não obstante, as consequências desse agravo na área profissional levam a outros problemas que envolvem o desestímulo: dificuldade do indivíduo se manter em um curso superior ou em outro nível de ensino e o aumento do grupo “geração nem-nem-nem”, conhecidos como os que nem estudam, nem trabalham, nem estão à procura por qualificação ou vaga no mercado.
Concernente ao exposto, conclui-se que o fator desemprego no Brasil vai além das qualificações ou do empenho na hora da procura. É preciso que haja uma intervenção do Ministério do Trabalho no que tange à programas que visem a inserção de jovens no mercado de trabalho, utilizando para este fim a modernização da Lei da Aprendizagem. Também deve, o Ministério da Educação e Cultura ampliar a oferta de cursos técnicos que ofereça aprendizagem prática que conte como experiência quando este for se colocar no mundo profissional.