As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 20/05/2019
No decurso da Era Vargas foi promulgada a Consolidação das Leis Trabalhistas (CLT) que precedia ditames no âmbito laboral. No entanto, apesar dessa, as relações empregatícias ainda passam por adversidades, sobretudo para introdução dos jovens no mercado formal. Nesse contexto, não se deve negligenciar a falta de capacitação e a crise financeira.
A princípio, a questão da baixa formação educacional e a exigência do mercado corrobora o problema. Nesse panorama, frisa-se a Terceira Revolução Industrial que dinamizou as relações de trabalho com o uso da internet e de artefatos modernos. Nesse sentido, lamentavelmente, muitos jovens não conseguem emprego formal, visto que não têm capacitação profissional, como cursos técnicos, superiores e instrução digital, imprescindível para admissão em diversas empresas.
Sob outro viés, a falta de recursos financeiros e a diminuição nos postos de trabalho é inerente ao problema. Nesse sentido, cabe ressaltar a Crise de 29 que levou vários estadunidenses ao desemprego. Analogamente, é deplorável que muitos jovens no Brasil não conseguiam vínculos empregatícios ou sejam demitidos, posto que o país enfrenta adversidades econômicas, como elevada inflação e falência de firmas, assim as vagas laborais remanescentes ficam restritas para os mais “experientes”.
Destarte, com o intento de mitigar as dificuldades para o ingresso dos jovens no mercado de trabalho, é imperioso que o Ministério da Educação promova a capacitação profissional desses, por meio de cursos técnicos em paralelo com a carga horária escolar. Outrossim, urge ao Ministério do Trabalho criar postos de emprego para aprendizes, com o fito de que esses sejam inseridos no labor formal e possam se beneficiar dos ditames precedidos na CLT.