As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 16/05/2019

No Governo de Getúlio Vargas, nos meados do século XIX, ocorreu a Consolidação das Leis Trabalhistas - CLT que visava a implementação de normas regulamentadoras, buscando a igualdade e acesso ao ingresso de cidadãos no mercado de trabalho. Na contemporaneidade, com o avanço da tecnologia, os empregos estão ficando cada vez mais disputados, desta forma, gerando concorrência entre os jovens. Destarte, não há dúvidas que esses desafios estão cada vez mais presente no nosso cotidiano, o qual ocorre não só pela exigência curricular, mas também pela falta de experiências. Nessa perspectiva, esses desafios devem ser superados de imediato para que uma sociedade integrada seja alcançada.

Em primiero lugar, é válido ressaltar que a exigência curricular vem colaborando, de forma grandiosa, ao desemprego dos jovens brasileiros. Segundo a Organização Nacional de Trabalho - ONT, cerca de 80% dos jovens entre 15 e 24 anos não entram no mercado de trabalho por não possuírem determinadas formações. Diante disso, mostrasse que essa parcela não tem acesso a esse ensino, fazendo com que percam oportunidades de crescerem profissionalmente e de ajudarem suas famílias financeiramente. Nota-se que a educação e o ensino são bens primordiais para a formação de novos profissionais e para o desenvolvimento do país, no qual está vivenciando a era digital e os avanços das tecnólogias só aumentam.

Além disso, outra problemática encontrada é a falta de oportunidade que não é dada aos jovens que estão em busca do primeiro emprego. Segundo o modernista Carlos Drumond de Andrade no  trecho do poema: “No meio do caminho tinha uma pedra, tinha uma pedra no meio do caminho”, vê-se que determinado problema se configura como um obstáculo na vida de muitos jovens brasileiros. Diante disso, evitando com que os jovens não se desenvolvam profissionalmente. Nesse contexto, medidas estratégicas são necessárias para mudar esse cénario.

Infere-se , portanto, que o problema se mostra uma grande pedra a ser removida do caminho para o desenvolvimento dos jovens. Nesse sentido, recai sobre Estado por meio do Ministério da Trabalho, juntamente com o Ministério da Educação e parcerias público-privadas, a promoverem debates entre os membros das instituições presentes e a comunidade externa. A discussão serviria para criação de uma comissão responsável em promover ações em busca de parcerias de emprego e qualificação profissional para os jovens. O objetivo seria, através dessas parcerias, amenizar a taxa da ONT, para diminuir os desafios do ingresso dos jovens no mercado de trabalho. O trabalho teria apoio do Governo Federal e técnicos do Estado e Municípios.

as escolas a promoverem  debates entre membros da instituição e comunidade externa sobre a dificuldade do egresso no mercado de trabalho. A discussão serviria para criação de uma comissão responsável por ações multidiciplin