As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 18/05/2019
Em 2008, junto com a crise econômica mundial, veio a alta taxa de desemprego, que atingiu milhares de pessoas no mundo, incluindo os jovens. No Brasil, por exemplo, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) em 2018 o percentual de juvenis desempregados entre 16 e 24 anos estava aproximadamente 26%, enquanto a taxa da população em geral ficou entorno de 12%. Isso mostra que os jovens estão com dificuldade em entrar no mercado de trabalho, e esse problema deve ser resolvido o quanto antes.
Primeiramente, essa situação é ocasionada devido à precariedade da educação primária, pois, a falta de aulas e professores faz com que muitos se tornem analfabetos e desistam da escola para tentar arrumar um emprego e poder ajudar em casa. Entretanto, o mercado de trabalho está cada vez mais exigente com a qualificação do candidato, portanto, aquele jovem que não conseguiu terminar nem o ensino escolar, vai ter mais dificuldade de se inserir em um ofício. Assim como, a falta de confiança das empresas nos jovens e adolescentes por não terem a experiencia necessária, mas, que isso só é possível ser adquirida se houver a oportunidade de aprendizado, e a maioria dos estabelecimentos não estão dispostos a realizar.
Como resultado, o país pode sofrer com um alto risco de desengajamento econômico, podendo perder uma economia dinâmica e competitiva. Além disso, há um aumento de chances do jovem se envolver com o mundo do crime, devido à falta de oportunidades de trabalho. Por outro lado, o desemprego faz com que muitos busquem trabalhos informais, os quais não garantem um bom salário e renda boa.
Tendo em vista os aspectos observados, entende-se que esse problema envolve grande parte da sociedade atual. Portanto, é fundamental que o Governo possa investir mais em empresas júnior, de modo a preparar e qualificar mais o jovem para o mercado de trabalho. Como também, o Ministério da Educação possa promover no nível médio das escolas, vivências como visitas à empresas e conversas com profissionais, capaz de aproximar os adolescentes dos ambientes corporativos. Ademais, que também seja posto em prática nas instituições educacionais, o encorajamento das crianças a explorar novos interesses e a encontrar propósitos em pequenos projetos, de modo a começar a trabalhar o seu intelecto.