As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 18/05/2019

Produtividade aumentada

A Revolução Industria do século XVIII acarretou uma drástica mudança tanto no que se refere a produção de bens e serviços, como também no que diz respeito a emprego, em busca de maior produtividade e menores lucros. Assim, a enfraquecida concepção de mercado de trabalho evidencia as exigências de atividades e, ainda sofre com as elevadas taxas de desemprego - uma barbárie, incoerentemente, (oni) presente.

A priori, a interdependência das nações e a evolução da tecnologia levaram a distribuição das atividades produtivas e dos serviços entre os países. Nesse sentido, as empresas demonstram exigências para ocupação de cargos no mercado de trabalho, como, intimidade com a modernização, conhecimento técnico e habilidade de execução, visto que consta parte essencial do processo que gera o bem ou serviço. Diante deste cenário, os jovens enfrentam desafios para conquistar uma vaga em estabelecimentos exigentes e competitivos, de modo que geram competências que só serão adquiridas com experiência. Entretanto, o desqualificado ensino médio e superior, não propõe de práticas que visem a carreira profissional.

Por esse viés, jovens de baixa renda provenientes de escolas públicas, perdem espaço ao concorrer um cargo com um adolescente que encontra-se qualificado, já que este não possui capacitação necessária, devido à falta de investimentos e treinamento nas instituições. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia Estatística), 4 milhões de jovens encontram-se desempregados e as dificuldades se aprofundam quando avaliam recortes de renda, cor da pele e residência, uma vez que as oportunidades mantêm-se desigualmente distribuídas. Por conseguinte, estes aspectos repercute na comunidade, de modo que confirma o que a frase de Rousseau propõe: “O homem nasce livre e por toda a parte encontra-se acorrentado”.

Infere-se, pois, que a desproporcional visão do mercado de trabalho conclama políticas públicas ativas. Dessa forma, o Ministério do Trabal precisa investir nas empresas para os jovens que buscam o primeiro emprego, para que desenvolvam experiência, tornando-as qualificadas para ingressar no serviço. E, o Governo Federal, juntamente com o Ministério da Educação, devem propor atividades e estágios para alunos do ensino médio, a fim de que desenvolvam responsabilidade e comprometimento para suas funções. Logo, a produtividade aumentará diante da Revolução Industrial.