As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 20/05/2019

Desde o iluminismo, entende-se que uma sociedade só progride quando um se mobiliza com problema do outro. No entanto, quando se observa o antagonismo do processo de inclusão dos jovens no âmbito profissional, hodiernamente, verifica-se que esse ideal iluminista é constatado na teoria e não desejavelmente na prática, tal realidade evidência através da exigência da qualificação no mercado, como a falta de capacitação dos jovens no mundo cooperativo. Nesse sentido, convém analisar os principais desafios o qual persiste a taxa de desemprego dessa parcela na sociedade brasileira.

Nesse contexto, é indubitável que as instituições de ramos de atividades trabalhistas e suas regras de contratação geram as dificuldades encontradas pelos jovens na sua primeira experiência profissional. Segundo o filósofo grego Aristóteles, a política social deve ser utilizada de modo que, por meio das constituições e leis, o equilíbrio seja alcançado. De maneira análoga, é notório que no Brasil, as políticas do mercado financeiro institui avanços de altas exigências curricular das demandas, bem como a necessidade de curso superior, fragilizando a introdução de empregar jovens entre 15 a 24 anos. De acordo com a Lei nº 10.097/ 2000 ampliada pelo Decreto Federal, determina que todas empresas de média e grande porte contratem aprendizes equivalentes a 5% e um máximo de 15% do seu quadro de funcionários, com exigência devidamente ao ensino médio completo. Contudo, tais eventos não são ocorridos na maioria das vezes, assim delimitando o jovens da exerção trabalhista, solidificando o regresso de uma sociedade com ideais exercidas no  iluminismo.

Além disso, diante a essa dimensão de práticas vale ressaltar a insegurança do jovem na introdução ao mercado. Bem como, pela ausência de políticas governamentais em fundirem orientações e configurações de modo adentrar os jovens no âmbito profissional, uma vez que o ensino escolar não fundamenta  as formas e preparações dos jovens para o mercado, assim expressando os impasses pela falta de capacitação exigidas no mundo dinâmico do trabalho. Logo, a taxa de desemprego entre jovens de 18 a 24 anos ultrapassam a 20% , nesse sentido a ´´geração Y´´ é a que mais enfrenta problemas no mundo socioeconômico atual.

Portanto, há entraves a serem fragmentados nas demandas do âmbito profissional. Destarte, ao governo em parceria com (MEC) realizar associações do mercado trabalhista ao ensino escolar, oferecendo programas de estágios aos jovens de ensino médio, como atividades de feiras de profissões, mediante a palestras ministradas por profissionais de cada área, que discutam o combate desse antagonismo em relação aos jovens, a fim de combater o desemprego e proporcionar a progressão de uma sociedade exercer a prática do ideal iluminista.