As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 15/05/2019

Desde a crise econômica mundial, os índices de desemprego obtiveram elevados números de destituição de um cargo. Essa realidade perdura no Brasil, principalmente, entre os jovens que necessitam de qualificação para a inserção no mercado de trabalho. Tal cenário configura um grave problema comunitário que acarreta uma desigualdade entre as camadas sociais, que por sua vez deve ser solucionado.

Em primeiro plano, é válido ressaltar o obstáculo que o jovem encontra ao depara-se com o mercado de trabalho. Paralela a essa ótica, é possível destacar que de acordo com o IBGE, os jovens entre 18 e 24 anos representam cerca de 30% do total de desempregados no Brasil, o que comprova que o ensino fundamental e o médio não preparam o individuo para o mundo competitivo do comércio. Segundo a vice-presidente da Associação Brasileira de Recursos Humanos, Susane Zanetti, em alguns casos há milhares de interessados em uma vaga, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais com experiência está maior, colocando o cidadão em desvantagem. Dessa maneira, grande parte das empresas gera uma importunidade ao adolescente para desenvolver suas habilidade no mercado e ganhar experiência ao longo da carreira.

Além disso, é cabível enfatizar que muitas vagas deixam de ser preenchidas porque faltam candidatos que tenham, por exemplo, controle de suas emoções durante a seleção. Logo, de acordo com o filósofo James Willian, o ser humano consegue mudar sua vida alterando sua atitude mental, visto que devido à ansiedade que alguns jovens se encontram para enquadrar-se em um emprego, ao ser designado para uma entrevista, as respostas são quase imediatas sem qualquer tipo de coesão para ter um bom desemprenho. Nessa perspectiva, é necessário demonstrar competências mesmo sem ter experiência profissional, o espirito de autoconfiança é essencial dentro de uma corporação, demonstrar ao diretor a força de vontade em exercer na empresa eleva os pontos na hora da escolha.

Portanto, a ausência de adolescentes no mercado de trabalho agrava a desigualdade entre o corpo social. Primeiramente, instituições públicas de controle do Poder Público devem, por meio de projetos sociais, oferecer editais para a contratação de jovens, que trabalharão por um período determinado no órgão público sob a supervisão de um funcionário efetivo e experiente, transmitindo-lhes dicas e conhecimentos. Além disso, é essencial uma parceira entre as Instituições de Ensino e o Programa Nacional de Inclusão de Jovens, instituindo palestras nas escolas sobre o projeto, que por sua vez grande parte da população desconhece e disponibilizando dicas para entrevistas de emprego, monitoradas por pedagogos da área. Objetivando maiores chances de contratação e engajamento.