As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 17/05/2019

É trabalhoso arranjar um trabalho

O aumento de desempregados no Brasil firmou-se em maior número no século XXI, em 13 milhões de desempregados, parte dessa quantidade excessiva de indivíduos não possuem ensino superior e experiências no currículo. De acordo com a pesquisa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de jovens desempregados é superior a taxa da população em geral, logo, quais são as dificuldades que o jovem enfrentam para ingressar no mercado de trabalho?

Jovens que estão na escola (14 a 17 anos), são a maior porcentagem de indivíduos sem empregos, de acordo com a pesquisa feita pelo IBGE. Essa informação evidencia que eles não estão cientes de programas para empregar menores de idade, como o Menor Aprendiz que efetiva  jovens dessa faixa etária. Tal falta de conscientização, já cria a primeira barreira para o aluno, a falta de acesso, por não ter alcance a internet (onde são marcadas a maioria das entrevistas).

A principal dificuldade daqueles que estão em segundo lugar na pesquisa do IBGE (jovens entre 18 a 24 anos), é a exigência de experiências em empregos anteriores, porque a empresa não quer investir no jovem sem o feedback de como ele executa seus deveres no trabalho. E com os jovens de baixa renda a condição fica pior, com ausência de cursos significativos (experiência em línguas estrangeiras, aplicativos, cursos superiores), por falta de verbas, seu currículo fica escasso e o mercado de trabalho já descarta o jovem.

Por conseguinte, segue constante aumento da taxa de jovens desempregados no país, com a exigência das empresas. O Estado deve providenciar nas escolas, a notificação de vagas de emprego em sites, além de cursos significativos intermediários, para que alunos preencham seus currículos e sejam notificados as vagas. Nesse sentido, é possível observar que as chances de contratação dos jovens, serão maiores.