As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 17/05/2019

Jovem desempregado: Falta de emprego ou má formação?

Vemos que, ao passar dos anos de recessão (econômica) em nosso país, o jovem de 18 a 24 anos (àquele quem procura o primeiro emprego) vem perdendo cada vez mais seu lugar no âmbito de trabalho. Podemos relacionar a falta de oportunidade para o jovem à formação básica. Nossas escolas, em geral, deixa muito à desejar quando pensamos em educação. Hoje, o jovem que tem mais oportunidade, é àquele quem teve mais chance nos estudos. De 3 milhões de jovens de até 19 anos, 1 milhão não completam o Ensino Médio, segundo pesquisas que são feitas anualmente pelo IBGE. Desses que completam, muitos não recebem a educação que os preparam, realmente, para o mercado de trabalho.

O mais importante hoje é a formação profissional. Àquele jovem que se prepara antes de iniciar sua carreira profissional têm (ao fazer uma entrevista de emprego) maiores chances em relação à um jovem sem experiência. O jovem mais capaz de se adequar às flexibilidades exigidas no atual mercado têm maiores chances.

O jovem que não consegue um emprego com carteira assinada hoje, recorre à trabalhos informais, buscados por principalmente àqueles que não se encaixaram no mercado de trabalho. Isso atrapalha e muito no futuro desse jovem. O trabalho informal, muitas vezes, é a única opção e isso faz com que, cada vez mais anos afastado do mercado do trabalho fiquem. O que implica na possibilidade até de não se aposentar na idade correta.

Há também o lado da empresa que, com medo, prefere contratar um adulto com experiência do que apostar na inexperiência de um aprendiz.

Contudo, o que vemos, é o mercado de trabalho inovando sempre, cada vez mais. Essas constantes mudanças exigem cada vez mais um jovem capaz de assumir responsabilidades e se atualizar. O mercado exige cada vez mais um domínio nas tecnologias básica que são principalmente o conhecimento em computadores (o bastante para efetuar uma pesquisa, montar documentos e planilhas).

O que podemos concluir é: A falta de emprego existe, de certo modo. Mas a falta de formação  básica e profissional é a que mais agrava a situação dos jovens brasileiros que tentam ingressar no mercado, hoje.