As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 26/06/2019
Ao longo dos últimos séculos, a Divisão Internacional do Trabalho tem se concretizado de maneira a marginalizar economicamente países como o Brasil ao redor do poderio de outros como a Inglaterra e os Estados Unidos. Atualmente, por consequência, os jovens do País têm de especializar, apesar da falta de oportunidade a essa atividade, para obterem vagas neste período de crise e desemprego, tornando-se papel do Estado apoiá-los.
Em primeira análise, torna-se necessário salientar o fato de que o sistema educacional brasileiro, devido à sua baixa qualidade, não oferece os recursos elementares à obtenção direta de ofícios pelos recém-formados do ensino médio. Nesse viés, convém comentar como o escritor israelense Yuval Noah Harari demonstra em sua obra “21 lições para o século XXI” medidas para se modernizar nações desprivilegiadas com base na educação, utilizando-se a comunicação, criticidade, colaboração e criatividade. Com efeito, ao se reinterpretar criticamente a atual situação das escolas no Brasil, infere-se o despreparo que estas têm para se adaptarem a esses ideais, o que corrobora injustamente para jovens trabalhadores sem as mesmas condições de desenvolvimento dos habitantes de países centrais, restando espaço para que políticos venham a subverter tais expectativas.
Em segunda análise, é essencial pontuar a improbabilidade dos cidadãos brasileiros aprofundarem os relevantes estudos em atividades computadorizados devido ao difícil acesso aos instrumentos de trabalho. Conforme tal colocação, o IBGE indica que menos de 60% da população brasileira possui acesso à internet, tomada como base para melhor atuação profissional em quaisquer carreiras. Porquanto, a relação do Brasil com países centrais é mantida como a vista há muito tempo na D.I.T, impondo a Nação à mesma posição de mero comprador de produtos tecnológicos importados por parte de classes mais abastadas, sem tomar bom uso destes, como seria se os dessem a pesquisadores novatos com ideias de grande potencial.
Portanto, é imprescindível renovar a remanescente conjuntura do mercado, sendo o Governo Federal, por intermédio do Ministério da Educação e do Ministério da Economia, responsável por favorecer à especialização dos jovens ao serem barateados aparatos tecnológicos modernos para estudantes universitários, de tal forma que sejam estimulados a novos estudos inovadores nas instituições a qual se filiam. Por meio de alianças internacionais com nações industrializadas, como a China, o Brasil obterá mais facilmente celulares e computadores para as atividades, com a finalidade de preparar trabalhadores joviais do País às revoluções do ofício no mundo contemporâneo.