As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 12/07/2019

No limiar da Terceira Revolução Industrial a partir do século XX, a sociedade contemporânea obteve uma significativa mudança, pois equipamentos eletrônicos tiveram cade vez mais importância no mercado. Nesse sentido, os jovens possuem mais dificuldades para ingressar no mercado de trabalho devido a presença da robotização como parte da mão de obra da contemporaneidade. Diante disso, deve-se analisar a falta de qualificação dos indivíduos para iniciar em uma carreira profissional e a estagnação da economia brasileira que contribuiu para a crise do desemprego.

Primeiramente, a falta de qualificação dos jovens para iniciar em uma carreira profissional é um problema na sociedade brasileira. Isso porque, a partir da Revolução Informacional com o desemprego estrutural, as empresas procuram mão de obra qualificadas para suprirem os cargos, pois as máquinas passaram a substituir o empregador braçal por apresentarem vantagens economicamente para o empresário.  Consoante ao noticiário G1, mais de 50% da população jovem não concluiu o ciclo básico de aprendizagem. Portanto, em analise com esse dado, sem apoio governamental para ofertar cursos profissionalizantes o aumento do desemprego por parte dos pré-adultos continuará a ser um problema para o desenvolvimento econômico do país.

Em segundo lugar, nota-se, ainda, que a estagnação da economia brasileira contribui para a crise de desemprego e consequentemente dificulta na ingressão do jovem no mercado de trabalho. Isso porque, com a crise política e econômica desde o ano de 2014, os investimentos governamentais tiveram uma quada no setor industrial que resulta em um período de instabilidade para atrair investidores para o Brasil. Logo, é preciso que o Governo Federal priorize na criação de empregos, a partir dessa ação é possível melhorar a falta de oportunidades de empregos para essa população.

Por fim, após os argumentos abordados, fica evidente a necessidade de medidas para reverter essa situação. O Estado deve investir na formação dos futuros adultos, criando cursos técnicos profissionalizantes para capacitar a mão de obra dos indivíduos comuns na intenção de preencher as vagas que necessite de qualificação do empregado, por meio de parcerias empresárias para fomentar no desenvolvimento econômico de várias regiões do país, a exemplo da lei Jovens aprendizes que gera oportunidades para esses cidadãos a terem experiências no mercado de serviços, com a finalidade de solucionar essas dificuldades existentes no tecido social.