As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 10/08/2019
O trabalho é o pilar principal para o exercício da cidadania e aprimoramento da dignidade do ser humano. Entretanto, jovens entre 18 e 24 anos representam 32% do total de desempregados no Brasil, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Nesse contexto, devem-se analisar como a falta de experiência e a situação econômica do país causam tal problema e como combatê-lo.
A princípio, a falta de experiência é uma das principais causas do desemprego entre jovens no país. Isso porque, investir em aprendizagem e qualificação profissional é essencial para os jovens conseguirem colocação nas listas de empregos. Ou seja, é aconselhável que o público juvenil tenha em seu currículo os fatores, como experiência no mercado de trabalho, controle emocional e formação básica (ensino médio), por exemplo, pois são aspectos decisivos para maior probabilidade de conquistar sucesso profissional. No entanto, segundo o G1 Minas, a falta de qualificação e experiência afastam jovens do mercado de trabalho no estado mineiro. Por consequência disso, o desemprego nessa faixa etária ainda é um desafio presente no Brasil.
Além disso, nota-se, ainda, que a situação econômica do país também causa o desafio do problema vigente. Uma vez que, para o economista Adam Smith, na teoria do Estado Mínimo, um país só irá prosperar quando o Estado parar de fazer intervenção na economia. Em outras palavras, o Governo deve deixar ocorrer o livre comércio e concorrência, para que a economia ocorra de forma harmônica e iniciar a criação de emprego e renda. Contudo, a revista britânica Economist, sugeriu, em 2014, que o governo brasileiro, naquela época, deixasse de fazer intervenções na economia, pressupondo baixo crescimento fiscal para os anos seguintes. Como resultado, a economia do país entra em declínio e dificulta a geração de novos empregos.
Portanto, medidas devem ser tomadas a fim de mitigar o desemprego entre jovens. Em primeiro lugar, o Ministério da Educação deve, adicionar, na grande curricular das escolas, ensinos técnicos e profissionalizantes, por meio de aulas práticas e teóricas, para que tal público consiga ingressar no mercado de trabalho. Ademais, o Ministério da Economia e o Poder Legislativo deve, melhorar a economia do país, por intermédio da criação de reformas e projetos, de cunho não intervencionista, por exemplo, para que o Produto Interno Bruto (PIB) seja elevado e a economia progredir. Desse modo, os jovens terão acesso aos trabalhos e o impasse deixará de fazer parte do cotidiano brasileiro.