As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 10/09/2019

Os espinhos de uma oportunidade

Apesar do aumento de vagas, jovens tem dificuldades para emprego. São profissionais com anos de experiência e que falam duas ou três línguas fluentemente contra jovens que concluíram o Ensino Médio e, em alguns casos, imaturos, ansiosos e impacientes. A busca pelo emprego, em especial o primeiro, pode demorar meses ou até anos.

Para se destacar entre os inúmeros currículos, os jovens buscam alternativas e ainda assim os currículos desprezados pelas empresas contêm ótimos requisitos como cursos técnicos, Ensino Médio, em alguns casos inglês fluente. A questão de não serem contratados se encontra frequentemente, na falta de experiência, porque são novos, pela falta de equilíbrio emocional durante a entrevista, assim comportamentos normais para essa faixa etária acabam interferindo.

O portal de notícias da Globo, G1, apresentou uma matéria em relação aos jovens e sua dificuldade de encontrar o primeiro emprego, são pessoas de 16 a 24 anos disputando as poucas vagas com profissionais que têm mestrado ou doutorado.  De fato existem vagas, entretanto, o mercado está mais exigente e a gama de profissionais capacitados está maior. O IBGE mostra que o percentual de jovens empregados cresceu, porém, metade deles ainda está desempregada.

Em virtude dos fatos mencionados medidas devem ser tomadas para que os jovens se insiram no mercado de trabalho. O ministério do trabalho junto com o Ministério da Educação deve incluir na grade curricular do 3 ano do Ensino Médio, uma disciplina para preparar melhor os jovens e criar mais estágios. Para assim aumentar suas experiências e poder alcançar no futuro, os trabalhos almejados por eles. Como disse João Paulo II, “O desemprego do homem deve ser tratado como tragédia e não como estatística econômica.”.