As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 04/10/2019

Em 2006, o filme “Em busca da felicidade” já retrava as grandes dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Hodiernamente, no Brasil, essa realidade se assemelha ao panorama vivido pelos jovens para se integrarem na vida trabalhista, seja pela pouca ajuda do Estado, seja pela carência educacional dos desempregados. Com essa perspectiva, cabe a análise das principais causas e possíveis soluções para o problema.

Mormente, é necessário pontuar a ineficiência estatal em promover apoio ao jovem trabalhador. Na idade antiga, o filósofo Aristóteles já falava que a política deveria ser usado como o meio de trazer o bem comum à sociedade. Sob essa ótica, os baixos números de jovens empregados pelo governo, bem como os poucos programas que auxiliam a entrada de tal população no mercado de trabalho, são fatos claros que tal ideologia não é aplicada no Brasil.

Outrossim, destaca-se o baixo nível escolar dos prejudicados nesse panorama. De acordo com uma matéria do portal G1, 30% dos jovens de 14 a 25 anos desempregados, não completaram seu ensino fundamental. Por conseguinte, tal fato acarreta em um queda das oportunidades, tendo em vista que o estudo tem sido cada vez mais pré-requisito para contratações e participações em empresas e instituições, além de limitar as áreas de atuação do jovem no mercado. Destarte, verifica-se a necessidade de uma fomentação no estudo nacional.

Diante dos fatos supracitados, medidas devem ser adotadas para solucionar o impasse. Portanto, cabe ao Estado promover um cenário favorável ao jovem para o mercado de trabalho, por intermédio de investimentos em programas como Jovem Aprendiz e novos programas com mesmo intuito, a fim de aumentar o apoio do governo a tal grupo. Além disso, incumbe à mídia, principal influenciadora da população, realizar conscientizações socioeducativas por meio do Rádio e da TV, sobre a importância do estudo para a vida futura do jovem, com o objetivo de aumentar a persistência na vida acadêmica, aumentando as chances no mercado de trabalho. Só assim pode-se atingir uma realidade diferente de “Em busca da felicidade”.