As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 18/10/2019

O maior desafio social do jovem brasileiro é o acesso ao mercado de trabalho. São marcados pela heterogeneidade e desigualdades em distintos cenários. Desse modo, as oportunidades estão mal distribuidas e a maioria, não dispõe dos suportes necessários.

Em primeiro plano, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que 9,6% da população com mais de 15 anos é analfabeta. Essa disparidade acarreta de aprendizagem e o espaço de socialização fundamental no acesso ao sistema de educação. Sob esse viés, os jovens adquirem uma menor qualificação para o mercado resultando, em um crescimento inferior e amador em relação aos mais velhos e experientes.

Segundo o sociólogo Émile Durkheim, as diversas categorias profissionais existentes realizam análises sobre várias instituições de relevância na sociedade contemporânea. São fatos sociais e contribuem com a coesão e a integração social, preparando o indivíduo para a vida coletiva, através de suas normas, regras e valores. Somado a isso, a falta de experiência e maturidade imposibilita os jovens de ocuparem vagas de emprego em consequência de exiguidade da especialização, o qual é valorizada pelas empresas, que cessa as oportunidades de trabalho para o público em questão.

Destarte, o encaminhamento correto incentiva a formação profissional dessa população a partir da escolaridade, o qual fortalece o autodesenvolvimento e promove competência. Em função disso, as políticas públicas devem assegurar essa inclusão por intermédio de programas como o Jovem Aprendiz, cujo objetivo é de que as empresas desenvolvam capacitação profissional dos adolescentes em todo o país. Assim, vão obter evolução com maestria e habilidade aprimorando às experiências para conquistar o primeiro emprego.