As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 31/10/2019

Desde o governo de Vargas no século XIX ocorreu a consolidação das leis trabalhistas e permitiu que o mercado de trabalho fosse regulado de forma ideal. Porém, é visível que as empresas estão extremamente exigentes e procurando profissionais capacitados e com experiência, algo que o jovem contemporâneo não possui, visto que em sua maioria ainda estão procurando o seu primeiro emprego. Além disso, a conhecida geração “nem-nem” também está ganhando espaço na comunidade nacional e são os jovens que geralmente abandonam a escola e não adquirem o ensino necessário para ingressar no mundo do Trabalho.

Convém ressaltar, que segundo pesquisas da Organização Internacional do Trabalho no final de 2017, cerca de 30 dos jovens entre 18 e 24 anos estavam desempregados. É indubitável que isso é reflexo dr empresas exigentes e encontrarem-se sempre procurando funcionários com experiência e com boas indicações, porém na maioria das situações os jovens ainda estão à procura do seu primeiro emprego e não possuem nenhuma experiência ou indicação, dificultando sua entrada no meio trabalhista. Outrossim, jovens não são preparados para formular um currículo ideal ou portar-se diante de uma entrevista de emprego e em sua preponderância acabam fomentando impressões errôneas de si mesmo, contribuindo para a sua não contratação.

Em segunda análise, é visível que a evasão escolar frequente contribui para a criação de desempregados ainda na juventude, pois em muitos dos casos o adolescente abandona a escola por falta de interesse, não adquirindo a educação necessária para ingressar no ensino superior ou em um curso técnico e como defluência aumenta as chances da entrada tardia da nova geração no mundo trabalhista e difunde a geração “nem-nem” que não trabalha nem estuda. Isso é consoante com o pensamento de Nelson Mandela que profere que a educação é a ferramenta mais poderosa contra o mundo, ou seja, a educação é fundamental e é necessária para o jovem adquirir um espaço no mercado de trabalho e é uma ferramenta indispensável para a vida.

Diante dos fatos supracitados, o Ministério da economia deve instruir as empresas para diminuir as exigências para os jovens que ainda estão iniciando no mercado trabalhista por meio de publicidades em mídias sociais como o Instagram e o Facebook, com a finalidade de melhorar o ponto de partida dos jovens no meio empresarial. Além de que, o Ministério da educação deve promover um ensino dinâmico que atraia os alunos e ter aulas de formulação de currículo e ética na entrevista de emprego, além de uma aula por semana separada para o ensino trabalhista e com o objetivo de ensinar os jovens a se portarem diante de um emprego e incentivar o conhecimento segundo os princípios de Nelson Mandela.