As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 07/02/2020
Na Inglaterra, em meados do século XVIII, surgiu a 1ª Revolução Industrial (R.I.) - a inovação da tecnologia no campo empregatício -, cujas facetas eram exploração infantil, salários minúsculos e jornada de 12h/dia. Nesse contexto, Getúlio Vargas, na década de ‘30, implantou a Consolidação das Leis Trabalhistas nas terras brasileiras para garantir a escolaridade e o espaço de lazer dos funcionários, apontando para os jovens.
Entretanto, na atual 4ª R.I., não há oportunidades igualitárias nas diversas faixas etárias, já que, os jovens são o maior percentual de desempregados em 2018, de acordo com a Gazeta do Povo. Para mais, a falta de experiência contribui, grosseiramente, nas escolhas dos currículos, ocasionando a informalidade, pois visando no país emergente, a educação não é o fator determinante. Porém, de acordo com o filósofo John Locke, a mente é como uma folha de papel em branco, indagando que a 1ª experiência pode ser aperfeiçoada com novas oportunidades e aprendizados.
Além disso, muitas empresas como o CIEE e NUBE garantem cursos para o melhoramento. Foi nesse cenário que surgiu os programas de Jovem Aprendiz e estágios, relacionando a tecnologia para cursos de capacitação on-line, uma vez que muitos empregados estudam, seja na educação básica ou em faculdades. Mas como cita o filósofo Immanuel Kant: “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, pois com o peso educacional as chances para o progresso do país só aumenta, já que, os jovens têm mais disposição para fomentar a mudanças de conceitos pré-definidos na escolha de candidatos.
Em suma, portanto, é imprescindível englobar a tecnologia com a valorização do ensino para realizar a função empregatícia da melhor forma possível. O Ministério do Trabalho em parceria com o Ministério da Educação devem progredir com os estágios oferecendo vagas no quesito de melhor pontuação nas disciplinas escolares para o aprimoramento na respectiva área, possibilitando o empenho satisfatório e com excelência no setor trabalhista, ocasionando assim, o desenvolvimento na era atual de forma organizada como iniciou-se na 1ª R.I.