As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 07/04/2020

O Brasil está se tornando um país da precarização e do subemprego,onde há poucas vagas de empregos e um enorme número de desempregados, que em sua maioria são de jovens entre 18 e 24 anos. A geração desses jovens é a que possui maior número de desempregos, que se deve ao fato de muitos deles possuírem uma inadequação entre a formação acadêmica e o que o mercado exige e a falta de competências emocionais.

A inadequação entre a formação acadêmica e o que o mercado exige, é um dos fatores que aumenta o nível de desempregos, de acordo com uma pesquisa feita com 1000 pessoas entre 18 e 30 anos, concluiu que 47% delas não estudam e, dessas, 34% não estudam nem trabalham – 28% estavam desempregadas e o restante nunca trabalhou, nós temos jovens com renda mais baixa que não trabalham nem estudam, mas que poderiam ter acesso a um bom ensino técnico, que os capacitasse para o trabalho, afirma o diretor do grupo Padrão

Além disso, a falta de competências emocionais, além de ser um fator que resulta na falta de emprego, ela diminui as chances de alguém ter um emprego, devido ao requisitos que a empresas exigem, como criatividade, resiliência e autoconhecimento. No ano passado, 1,2 milhão de jovens estavam cadastrados no site da Cia. de Talentos, onde havia 6 000 vagas disponíveis. Ainda assim várias vagas não foram preenchidas, em decorrência dos requisitos estabelecidos pelas empresas.

Portanto, a realização de medidas pelo governo para gerar mais oportunidades de emprego, por intermédio do Ministério da Educação, adaptar um meio de ensino focado ao mercado de trabalho, afim de preparar os jovens para terem mais chances de emprego. Do mesmo modo, o governo deve realizar medidas por intermédio do Ministério da Economia, para diminuir o nível dos requisitos, afim de aumentar as oportunidades de empregos.