As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 06/04/2020
A ideia de utopia proposta pelo filósofo inglês, Tomas More, aponta para uma sociedade ideal. Porém por mais que essa ideia seja tentadora, é impossível de ser concretizada. Na teoria da obra de More, todos que convivem naquela comunidade tem a mesma qualidade de vida e convivem em harmonia. Entretanto, na prática, uma parte da sociedade têm mais dificuldades de ingressarem no mercado de trabalho, no caso os jovens. Essa falta de associação deve-se principalmente pela escassez de experiência para as pessoas de menor idade, e pelo o ensino precário das escolas e deficiências de várias técnicas para os estudantes.
A priori, a experiência profissional é colocada como principal quesito de determinação de emprego, sendo que esta não é necessariamente o mais importante. De acordo com uma pesquisa feita pelo portal de carreira Vargas.com, a falta de experiência é indicada como a principal barreira para o primeiro trabalho dos jovens. Sob o mesmo prisma, atualmente as empresas buscam qualidade acima de quantidade, mas se presar somente pela experiência a melhor pessoa para o cargo não será contratada.
Outrossim, o processo de ensino brasileiro começou no século XX, quando no fim da década de 70 e início da de 80, começou a crescer. Apesar de evoluir nessa época, atualmente a educação brasileira é vista como a 53ª na lista de 65 países feito pelo PISA (Programa Internacional de Avaliação de Alunos). A partir dessa pesquisa, é indiscutível que o sistema de ensino público brasileiro está retrocedendo, visto que 1,5 milhões de jovens estão fora da escola. Ademais existem leis e políticas públicas relacionadas aos estudantes, entretanto não são devidamente cumpridas, principalmente pela falta de fiscalização do governo em geral.
Portanto, a fim de aumentar as experiências dos estudantes, o Ministério da Educação deve propor currículos com base em uma ampla aplicação ao mercado de trabalho, onde tenha estágios garantidos na lei e no Programa do Jovem Aprendiz, aprimorado pela iniciativa privada. Em troca, os estudantes ganharão redução de carga tributária. Além disso, o Governo Federal precisa implementar políticas públicas com o intuito de promover empresas do tipo CIEE (Centro de Integração Empresa Escola). Da mesma forma, os Ministério do Trabalho precisa promover palestras e esclarecimentos sobre a entrada no mercado de trabalho da mão de obra jovem, e, consequentemente, orientar o comportamento adequado dentro da organização.