As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 05/04/2020
Atualmente, é comum vermos na televisão, jornais e em mídias sociais, os altos índices de desemprego no Brasil, porém quando se fala de jovens sem emprego, a situação só piora, pois são considerados sem experiência, e essa situação acaba colocando pessoas mais velhas e com mais experiência em evidência, assim acaba sendo mais frequente a contratação dessas pessoas. Porém com isso a tendência de jovens acabarem procurando empregos informais e em subempregos.
De acordo com o estudo da Millennials, a nova geração de jovens trabalhadores, é a mais preparada, informada e educada, e mesmo assim é o grupo com maior número de desemprego, chegando a 16%. Todas essas qualidades ainda não são consideradas o bastante, pois as empresas temem a falta de experiência e a falta de controle emocional dos candidatos.
Uma grande consequência das situações já citadas, é a procura por mercado informal e subempregos. Segundo a pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua, divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, 38,4 milhões de pessoas trabalham de maneira informal, e somente 33,7 milhões de pessoas trabalham de carteira assinada, ou seja, medidas devem ser tomadas porque o índice é realmente alarmante.
Podemos chegar à conclusão de que cabe ao Estado, promover ações que visem organizar a sociedade quanto à essa questão, juntamente com a Organização Internacional do Trabalho ( OIT ), para que cada empresa tenha uma quantidade significativa e proporcional à quantidade de funcionários trabalhando no local, assim empresas poderão ganhar com as habilidades dos jovens, e os trabalhadores terão a oportunidade de trabalhar dignamente e com carteira assinada.