As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 06/04/2020
Sabe-se que ao longo de toda a sua formação o objetivo da maioria jovens è:obter autonomia e independência financeira. Todavia,a tão sonhada autossuficiência tem estado mais distante, tendo em vista que agora, só a graduação não é mais o fator decisivo para a contratação.Indubitavelmente,o mercado de trabalho aprimora-se diariamente, fazendo novas exigências e cabe ao profissional acompanhar essas mudanças e atender aos requisitos. Ademais, nas entrevistas de emprego uma pergunta que assombra os recém-formados é sobre experiência na aérea, esse fator é determinante na seleção, os candidatos precisam ter sua primeira oportunidade e cabe as empresas auxilia-lós. Na visão do filósofo chinês Confúcio, “O operário que quer fazer o seu trabalho bem deve começar por afiar os seus instrumentos” essa citação ilustra o cenário do mercado de trabalho atual, onde é nítida a necessidade que o jovem possui de ampliar suas qualificações, assim ganhando destaque perante seus concorrentes.No meio trabalhista,as “soft skills” tem se tornado um critério importante para a admissão e até mesmo demissão de um empregado, essas tem como foco desenvolver competências fora do meio técnico.Por conseguinte, segundo a revista Forbes ,este tipo de conhecimento está diretamente ligado a inteligência emocional da pessoa e são adquiridos fora de livros e cursos e sim, através de experiências e treinamento. Por conseguinte, as empresas exigem que os candidatos à uma vaga já tenham experiência por questões de segurança. É necessário que eles obtenham obter essa experiência, que só adquirida através do exercício da prática os conhecimentos absorvidos no período acadêmico. Uma grande qualidade é possuir perfil aprendiz, partir do perfil aprendiz. De acordo com a revista Exame,esse perfil pode substituir a tão fomentada experiência a partir da compreensão de que enquanto iniciante seus desafios não terão tanta complexidade,quanto mais segurança e prática maior será a possibilidade de alavancar a carreira. Destarte, fica nítida a necessidade de uma parceria (público/privada) de universidades com as grandes empregadoras, essa troca ocorreria acorreria a partir da garantia que a universidade fornecerá, além da grade curricular comum, o treinamento correto assegurando para as empresas que o jovem tem total capacidade de ingressar no mercado de trabalho e inserir-se nos dilemas diários de sua área. As empresas que aderirem o projeto receberão isenções fiscais, logo ambas as partes beneficiariam-se.Nessa consoante,também é possível que os governos estaduais e municipais juntamente com o MEC, aumentem a fiscalização nas escolas, afim de garantir o cumprimento das competências da BNCC (Base Nacional Comum Curricular) que auxiliam no desenvolvimento das “soft skills”.