As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 17/04/2020

Envelhecimento econômico

Em 1943 no governo de Getúlio Vargas, uma condição importante à classe trabalhadora foi aplicada, denominada CLT (Consolidação das leis de trabalho). Com essas leis o trabalhador garante direitos que lhes assegura uma boa qualidade de vida trabalhista, carga horária de 8 horas diárias, férias remuneradas, dentre outras condições que vigoram até os dias hodiernos. Outro fator é a inexperiência que atinge o grupo jovem devido a infraestrutura ruim das escolas técnicas.

Em primeira análise pode-se notar a exigência de experiência pelas empresas na admissão em determinados cargos, isto para aqueles que já trabalharam não faz muita diferença, mas para os que acabaram de ingressar nesse mercado é um obstáculo. Deste modo fica claro que há um lapso no sistema de contratos e mostra que existe desigualdade entre jovens e adultos com experiência na hora de emprega-los.

Vale ressaltar que os recém-formados são os mais afetados por falta de experiência, por esse motivo tem-se elevadas taxas de desemprego entre os jovens de 18 a 24 anos, segundo dados do IBGE. Por sua vez a falta de investimento nos cursos técnicos e estágios ocasionam no atraso para a entrada no mercado de trabalho desse grupo social, além de acelerar o envelhecimento da população economicamente ativa pois não há reposição ou é muito rasa.

Logo, o Ministério da Economia junto ao Ministério da infraestrutura deve investir na melhoria de escolas técnicas e na construção de mais unidades. Além de implementar novas leis cujo o propósito seja alertar as empresas privadas para contratar pessoas sem experiência para estagiar, dando-lhes, assim, oportunidade. Outra solução é o uso das mídias para a divulgação dessas vagas, com a ajuda de ONGs fazendo campanhas de inscrição.