As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 15/04/2020
Os jovens brasileiros possuem muita dificuldade de inserção no mercado de trabalho, uma vez que as vagas formais estão escassas. Dessa forma, várias são as medidas necessárias para que se reverta esse quadro e os jovens possam adquirir experiência, haja vista que o trabalho é um direito constitucional.
No que se refere ao trabalho, a última Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostrou que 41,1% da força de trabalho, o que representa 38,4 milhões de pessoas, encontram-se na informalidade; o que supera o número de empregados formais, que somam 33,7 milhões. Com isso, a tarefa de introdução no mercado de trabalho fica mais difícil para os jovens.
Outrossim, a inexperiência também é um fator que prejudica o candidato, pois as empresas preferem os veteranos no ramo. De outra forma, os jovens possuem pressa em ascender na profissão escolhida, o que também atrapalha, ao considerar-se a qualificação necessária.
Sob o prisma da solução, duas medidas são fundamentais: o aperfeiçoamento contínuo dos jovens, o que vai desde a Universidade a cursos de idiomas, além do fomento governamental à economia, por meio da abertura do mercado nacional às empresas multinacionais. Com a união desses fatores, o jovem facilitará o seu ingresso no mercado de trabalho e, consequentemente, haverá evolução no quadro econômico do país.
Portanto, os empecilhos à entrada dos jovens no emprego formal serão minimizados com a combinação da preparação intelectual e do fomento governamental, porquanto a economia aberta a novas companhias é crucial para elevar o cabedal de empregos formais no Brasil.