As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 22/04/2020
Sabe-se que a concorrência entre empresas sempre foi algo inevitável e que vem a crescer cada vez mais, com maior velocidade devido ao avanço da tecnologia. Como consequência, a procura por pessoas para vaga em aberto acabam se tornando muito exigentes. A prioridade de ocupação são indivíduos com experiência e que tenham capacidade para melhorar seus conhecimentos sobre o cargo de acordo com a necessidade da empresa.
Conforme a fonte: iG @ https://economia.ig.com.br/2019-05-12, “Em média, a primeira carteira assinada só acontece aos 28,6 anos, segundo levantamento da consultoria iDados a partir dos dados de 2017 da Relação Anual de Informações Sociais (Rais), os mais recentes. Antes da crise, entre 2006 e 2014, a idade média do primeiro emprego formal girava em torno de 25 anos. Com isso, vários jovens recorrem ao Jovem Aprendiz, a serem autônomos por sites na internet, ao trabalho informal entre outros.
Vale ressaltar que além da tardia assinatura da carteira de trabalho, os jovens precisam competir, contra profissionais desempregados, para a mesma vaga.“Como o jovem precisa ser treinado pela empresa para só depois de algum tempo dar resultados, torna-se caro. Ele sofre concorrência desleal desse grupo mais qualificado, que está disponível e aceitando salários mais baixos para se recolocar”, diz Maria Andréia Lameiras, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Mediante aos fatos relatados, o governo, junto a empresas e associações precisam dispor de vagas e oportunidades iguais para ambos os lados, tanto profissionais quanto “novatos”. Ademais, ter a criação de programas de treinamento e provas de qualificação, financiado pelas empresas, para os jovens inexperientes. Também é importante que estes estejam dispostos a aperfeiçoar seus conhecimentos profissionais ao longo do processo.