As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 01/07/2020
Uma vez, o economista britânico ganhador do prêmio Nobel, William Arthur Lewis disse: “Educação nunca foi despesa. Sempre foi investimento com retorno garantido”. Tal afirmação não se encontra na atual condição do Brasil, visto que há empecilhos para os jovens introduzirem-se no mercado de trabalho. Essa dificuldade se deve não só pela carência de inteligência emocional, como também pela falta de estímulos aos jovens para a decisão de sua carreira. Desse modo, medidas são necessárias para acabar com essa situação.
Primeiramente, além do meio familiar influenciar no desenvolvimento da intelecção emotiva do jovem, a escola também tem um grande papel. A falta de psicólogos atuando nas redes de ensinos, dificulta o aprimoramento das habilidades socioemocionais dos alunos. Consequentemente, quando o indivíduo inserir-se em um local de trabalho, há chances dele não souber se comportar nesse meio. Segundo a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico, as habilidades socioemocionais são tão importantes quanto as cognitivas para ajudar o indivíduo enfrentar os desafios do mundo moderno. Logo, é visto a importância do psicólogo nesse quesito.
Segundamente, é válido ressaltar a clareza que os jovens terão ao escolher sua carreira profissional, se devidamente orientados. Muitos adolescentes sentem duvidas perante a decisão da ocupação de uma profissão, bem como pela sua entrada no mercado de trabalho. Logo, é natural a presença da ansiedade devido à pressão adquirida dos meios em que habitam. Tal situação é representada na série americana “Glee”, em que os personagens enfrentam inseguranças diante de seu futuro após se formarem do colégio. Fora da ficção, é nítido os mesmos problemas que afetam a sociedade atual.
Em suma, é visto barreiras que dificultam a entrada dos jovens no mercado de trabalho. É necessária, portanto, uma ação do Ministério da Educação — responsável pelas decisões relacionadas ao tema educação — que deve inserir nas redes de ensinos aulas de orientação vocacional, por intermédio de psicólogos capacitados, a fim de estimular a segurança e capacidade emocional para decidirem a sua carreira profissional, e futuramente, como enfrentar adequadamente o mercado de trabalho. Assim, o país atingirá tal alegação primordialmente dita por William Arthur Lewis.