As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 26/06/2020
Hodiernamente, a globalização favoreceu a integração da política, da economia e da cultura mundial por meio dos avanços tecnológicos. Porém, o contexto da sociedade lida com entraves para garantir direitos básicos dos cidadãos, sendo regida por um governo falho e incapaz de garantir uma condição de vida satisfatória. Além disso, a intensificação da concorrência, principalmente, no setor trabalhista exige extremo preparo intelectual e psicológico, visto isso é importantíssimo encontrar caminhos para minimizar as dificuldades da entrada dos jovens no mercado de trabalho.
Primariamente, o mercado de trabalho passou por evoluções permitindo a entrada da tecnologia, consequentemente ocorre maior necessidade da qualificação profissional. No entanto, o sistema educacional brasileiro é precário, facilitando as divergências de ensino e tendo alcance mínimo em relação a vastidão de sua população total. Por conseguinte, cria-se um abismo, afinal a maioria não tem acesso ao mesmo nível de escolaridade, paralelo a isso o diretor da Fundação Getúlio Vargas, Marcelo Neri, afirma que 30% dos jovens brasileiros acreditam que não tem perspectiva de ascender socialmente pelo trabalho.
Secundariamente, a busca pela concretização da vida profissional traz consigo o desemprego, que é um fator desestimulante para qualquer indivíduo, afinal abala diretamente o psicológico. Em suma, o segundo fator de desemprego mais recorrente entre os jovens é o descontrole emocional, todo o desespero de não ter uma estabilidade gera insegurança e lança o jovem para métodos alternativos como: trabalho informal. Segundo o IBGE, o trabalho informal cresceu cerca de 41,3%, por apresentar autonomia e renda imediata em comparação aos serviços regularizados.
Em virtude dos fatos mencionados, é imprescindível tornar o mercado de trabalho uma realidade para o jovem. Sendo assim, é função do Governo em seu nível Judiciário fiscalizar o cumprimento das leis trabalhistas e em parceria com o Ministério da Educação estimular/incentivar o acesso a educação de qualidade, através da unificação dos conteúdos da rede privada e pública de ensino, a fim de possibilitar o alcance a oportunidades iguais e proporcionar um cuidado maior com o psicológico de cada ser.