As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 30/09/2020
A modernidade líquida é um conceito engendrado pelo sociólogo Zygmunt Bauman o qual retratou a liquidez das relações. Nessa tese, a substituição da ideia de coletividade e de solidariedade pelo individualismo ocasiona instabilidade nas relações sociais, que promove mudanças rápidas sob pouca pressão. De maneira análoga, a inclusão dos jovens no mercado de trabalho reitera os obstáculos retratados na teoria do polonês. Assim, é lícito afirmar que, o governo não oferece uma educação preparatória concomitantemente a ausência de políticas públicas para inclusão do jovem, representam um cenário negativo.
A priori, Maquiavel, o genitor da política moderna retratou a convergência do poder político e recusou precisamente o absolutismo. Na teoria, um país forte depende de um regente eficiente em habilidades políticas. Entretanto, a intransigência do Estado outorgada aos jovens configura a desagregação do manual governamental. À vista disso, a verbas deveriam ser destinadas para empresas que dispõem contratação de provectos é desviada pelos políticos com intuito de otimizar ações ilícitas, corrupção. Dessarte, é perceptível que a ineficiência da cláusula pétrea otimiza o desemprego para a classe juvenil.
A posteriori, é relevante destacar que a educação brasileira não capacita os estudantes para se inserir no mercado de trabalho, e sim para entrar em uma universidade. No entanto, muitos não têm condição para se manter em um curso superior, e precisam conciliar com o trabalho. Assim, a inserção no mercado de trabalho é extremamente importante para auxiliar o jovem para um futuro próspero.
É irrefutável, portanto, que o Brasil enfrenta problemas quanto à inclusão do jovens no mercado de trabalho. Diante disso, o Ministério dos Direitos Humanos que tem por objetivo promover os direitos da cidadania e inclusão dentro da sociedade, trabalhe para garantir os direitos juvenis, por meio de leis e campanhas, através de verbas governamentais. Além disso, é fundamental que o Governo ofereça uma educação preparatória, assim os alunos saem mais capacitados para se inserirem no mercado de trabalho. Logo a partir tais medidas, a situação retratada na teoria de Zygmunt Bauman deixará de fazer parte da difícil realidade do Brasil.