As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 03/12/2020

Em meados do século xix, com a revolução industrial, o trabalho infantil era utilizado na produção têxtil, que apresentava condições perigosas, além de salários baixíssimos e carga horária excessiva. Hodiernamente , o trabalho infantil é considerado crime e há novas políticas para a inserção de jovens no mercado que compõem diversas exigências ara evitar a situação do passado.

Primeiramente, cabe ressaltar a eficácia do projeto brasileiro chamado jovem aprendiz, que proporcionou a muitas famílias uma maneira legal de trabalho para menores de idade que ajudam na renda familiar. Entretanto, o número de empresas que utilizam o projeto é baixo em relação à demanda de jovens à procura de emprego.

Diante disso, com a ausência de empresas formalizadas com projetos insersivos , há elevados índices de precarização no ambiente comercial, casando informalidades ( jovens que trabalham sem carteira) e redução de salários, trazendo uma realidade análoga à escravidão.

Destarte, faz-se necessária a intervenção governamental. Portanto o ME ( Ministério da Economia ), que hoje abriga o antigo Ministério do trabalho e é responsável pelo controle de verbas do país, poderia incentivar as empresas por meio da redução de impostos para aquelas que adotarem projetos que insiram os jovens no mercado, garantindo a utilização de careiras de trabalho. Propondo, assim, a resolução das questões de informalidade e os salários miseráveis.