As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 10/02/2021

A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito ao emprego pertinente a todo cidadão brasileiro. No entanto, tal benefício não tem se repercutido quando se observa as dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho, dificultando, desse modo, a disseminação desse direito social. Diante disso, fica claro que essa realidade perdura devido as insuficientes vagas de emprego e alta demanda por profissonais altamente qualificados.

Em primeiro lugar, é importante destacar a falta de medidas governamentais para combater a precariedade de vagas de emprego no Brasil. Nesse sentido, essa precariedade vem permeando em meio a sociedade resultando em altas taxas de desemprego, e consequentemente baixa renda familiar brasileira. Segundo o filósofo Aristóteles, “A política deve ser articulada pelos homens a fim de alcançar o equilíbrio social”, sendo assim essa conjuntura não corrobora a afirmação de Aristóteles, o que infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar a formação acadêmica imconpatível com o exigido no mercado como colaborador ao crescimento da demanda por profissionais altamente qualificados no Brasil. Segundo  “Cartacapital” a demanda por jovens semiqualificados caiu em todas as áreas conhecimento. Diante de tal exposto, é evidente que os jovens são prejudicados por falta compatibilidade universitária, sendo privados de conhecimentos ecênciais para o seu ingresso no mercado.

Portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, o governo, deve incentivar a entrada de jovens no mercado de trabalho, por meio de campanhas e meios de comunicação que alertem as empresas e contratantes sobre a importância de incerir jovens no mercado - esse comunicado deve ser feito através de reuniões e propagandas em redes sociais e redes de televisão, deve ser instruido as empresas que separem uma determinada porcentagem de vagas a jovens - a afim de garantir o acesso dos jovens no mercado. Outrossim, o Ministério da educação deve garantir que as grades currilares estejam adéquas ao mercado de trabalho por meio de estudos que apontam as tendências de novas tecnologias e conhecimento, deve-se fazer pesquisas constantes para melhoria do estado - a fim de tronar mais igualitário o acesso de jovens nas empresas. Assim, será possível que os jovens consigam desfrutar de direitos tão importântes como o emprego.