As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 24/02/2021
A Magna Carta brasileira garante os direitos à educação e ao emprego. No entanto, esses direitos são contestados, um vez que, de acordo com o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estátistica, o desemprego entre jovens chegou a 27,1%. Independentemente do fato que esse números são alarmantes, deve ser observado que o fator que contribue para a crescente taxa de desemprego no país é a falta de qualificação profissional, resultada da carência de medidas governamentais efetivas, visto isso, a implantação de palestras voltadas para a inclusão dos jovens no mercado trabalhista é necessária, assim como a regulamentação de leis da federação.
A princípio, deve ser ressaltado que o Estado falha ao não promover aulas de capacitação profissional nas intituições de ensino brasileiras, de conformidade com as pesquisas realizadas pelo veículo de notícias UOL, os jovens se direcionam ao mercado de trabalho sem nenhuma qualificação, devido a formação precaria do Ensino Médio que não está em sintonia com as exigências curriculares das empresas brasileiras. Sob esse mesmo ponto de vista, deve ser constatado que nenhuma empresa busca contratar uma empregado inexperiente, ou seja, sem o apoio governamental, no que se diz respeito a grade educacional dos jovens e a disponibilização de aulas e palestras capacitatórias, as taxas de desemprego continuarão a aumentar. Outrossim, o défict educacional brasileiro certamente tem que ser revertido, em concordância com a SCIELO, Biblioteca Virtual de Saúde, eventualmente quando o governo passar a preparar o jovem para o mercado de trabalho, o índice de desemprego caíra pois a inserção no mercado acontecerá de forma segura e os estudantes estarão mais preparados.
Além disso, a falta de regulamentação de leis que regem o sitema educacional brasileiro tem sido um empecilho na busca pela qualificação profissional dos jovens. Isso tem como consequência a falta de compromisso dos órgãos públicos na implantação de aulas, que buscam preparar os estudantes para sua vida profissional, paralelamente ao desprovimento de medidas efetivas para reduzir a deficiência educacional da nação, o Brasil, no ano de 2019, de acordo com o PISA, Programa Internacional de Avaliação de Estudantes, aparece entre os 20 piores países no ranking mundial de educação.
Em suma, com a falta de apoio governamental e a falta de regulamentação de leis, urge que o Ministério da Educação, junto ao Ministério da Propaganda, organize palestras semestrais, por meio de pequenos anúncios, inseridos nos meios de comunicação online, para conscientizar a população sobre as consequências do défict educacional brasileiro, além de promover reuniões públicas para incentivar a intodução do jovem no mercado, resultando em menores taxas de desemprego, com o efeito de criar cidadões mais informados e tolerantes.