As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 11/03/2021

Na última década, o número de jovens adultos matriculados em alguma rede de aprendizado cresceu consideravelmente, por razões de planos educacionais, que representou, indubitavelmente, um avanço nacional. Em contrapartida, percebe-se que essa realidade de progresso não é isenta de desafios, visto que esses jovens não estão adentrando no mercado de trabalho. Assim, torna-se premente analisar e compreender as principais causas dessa questão: os efeitos da crise econômica sobre a os oportunidade de emprego e a baixa proficiência desses jovens.

Diante desse cenário, é pertinente afirma que a resseção vivenciada pelo país é um causador central para a alta porcentagem do número de jovens desempregados. Segundo o Instituto de pesquisa econômica aplicada (IPEA), mostra que a juventude foi o a faixa etária mais prejudicada pela crise econômica deste século. Nesse sentido, vale ressaltar também que o Brasil está passando pelo momento prospero em relação ao alto número de jovens disposto a trabalha, porém vemos que o resultado da ineficiência governamental, em relação à economia, prejudica o acesso desses jovens querendo uma oportunidade de emprego.

Assim sendo, outro ponto gerador dessa prática é falta de especialização dos jovens. Segundo especialista na área, vivemos uma geração de pessoas mais novas que não estuda nem trabalha, isso acaba acarretando uma crise no mercado de trabalho, nas poucas vagas estabelecidas, são exigidas um alto grau de capacitação técnica no ramo, que acaba surgindo oportunidade para as pessoas mais velhas que tem mais experiencia. Fica evidente, portanto, que os jovens sem o acesso ao uma especialização é um empecilho conseguir um emprego formal.

Diante dos fatos apresentados, medidas socias são urgentes para dissolver essa problemática. Cabe ao Governo Federal, restabelecer planos de especialização dos jovens, criando mais vagas nas escolas técnicas e nos polos das universidades, com o intuito de garantir uma capacitação mais elevada da população mais nova, assegurando uma mão de obra especializada. Urge também, ao Ministério da economia, seguir planos de incentivos fiscais as empresas que aderi a contratação de jovens- como o programa jovem aprendiz, para dar mais experiencias a eles.