As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 13/04/2021

De acordo com a declaração de direitos humanos da ONU (Organização das Nações Unidas) de 1948, todo ser humano tem direito ao trabalho, à livre escolha de emprego e proteção ao desemprego. No entanto, como o Brasil vive uma crise econômica desde 2015, a taxa de desemprego é alta, então o mercado de trabalho brasileiro não implementou tais garantias. Os grupos mais afetados são os jovens que acabam de ingressar no mercado de trabalho e, em primeiro lugar, as dificuldades de inserção são causadas por escolhas estritas e injustas que lhes são apresentadas. Além disso, a ineficiência do plano de inclusão é um agravante para os colaboradores.

Segundo Nelson Rodrigues, importante escritor brasileiro, “O jovem tem todos os defeitos de um adulto e mais um: a inexperiência”. Com base nessa visão, mesmo considerando o direito do empregador de escolher o candidato mais adequado para o cargo vago, fica claro que a preferência por pessoas com experiências anteriores elimina a possibilidade de entrada no mercado de trabalho e de desenvolvimento da carreira dos jovens. Além de que, esta situação foi agravada pela crise econômica que assolou o país e a consequente redução das oportunidades de emprego.

De acordo com a artigo 1 de CF / 88, o valor social do trabalho e da livre iniciativa é a base da república, o que é mais enfatizado. No entanto, tendo em conta os “Contratos de Trabalho Juvenil e Juvenil” e outros programas que visam a inserção dos jovens no mercado, medidas como o programa “Jovem Aprendiz” e as medidas temporárias não estão dependentes, pelo que é ineficaz a sua concretização. Portanto, para algumas empresas, eles não oferecem oportunidades para iniciantes. Por exemplo, a “Lei da Aprendizagem” exige que 5% dos funcionários sejam aprendizes, enquanto a média nacional é de 2% (CIEE). Portanto, é óbvio que nas circunstâncias atuais, não há espaço suficiente para a classe juvenil.

Todavia, o mecanismo estabelecido pelo governo federal para permitir o ingresso de jovens no mercado de trabalho é importante para melhorar essa situação. Ao ampliar os programas inclusivos e os incentivos às empresas que aderirem a esses programas, como isenção parcial da tributação, o governo permitirá que mais empregadores tenham maior adesão, tomem medidas e garantam que os jovens ingressem no mercado de trabalho de forma justa. Além disso, é necessário ampliar as vias de saída e fortalecer a fiscalização da Secretaria do Trabalho para que as regras inclusivas estipuladas em lei sejam implementadas o mais rapidamente possível, garantindo assim os direitos dos jovens e, consequentemente, aumentar o número desses empregos no país.