As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 13/04/2021
Com o desemprego em alta, a ausência de experiência faz com que os jovens sofram com o pequeno número de vagas de emprego. Conforme os dados do IBGE, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, apresenta que entre os jovens de 18 a 24 anos a taxa de inatividade é mais que o dobro da taxa da população geral. Diante disso, é de se perceber que esses episódios são resultado tanto da falta de preparação dos jovens vindos do Estado, quanto a falta da disponibilidade de vagas.
Em vista disso, concluir o ensino médio e já ingressar em um trabalho não é uma tarefa simples. Com a crise econômica na qual o Brasil se encontra a situação ainda é pior. Segundo dados do IBGE, em média, a cada dez jovens no país, praticamente dois estão inativos. Essas taxas são muito maiores entre os jovens por conta das barreiras que são colocadas para dificultar a entrarem no mercado de trabalho. Capacitar um jovem inexperiente custa caro para o mercado, por isso, eles tendem a buscar quem já tem experiência profissional.
Em contraponto, o maior índice de desemprego, no entanto, é dos jovens de 14 e 17 anos, ela chegou a 47% em 2017 (IBGE). Porém, a legislação brasileira limita a atividade do trabalhador nesta faixa etária, que deve ser feita em situações hábeis, como por exemplo, o Jovem Aprendiz. Em relação a isso, é de se perceber que jovens do Brasil fornecer conformidade com as mesmas condições, que consta da mesma maneira: a falta de qualidade da educação.
Por conseguinte, são necessárias intervenções com o fim de facilitar a entrada de jovens no mercado. Logo, cabe ao Ministério da Educação, possibilitar cursos preparatórios para jovens de 14 a 24 anos, com o uso de recursos financeiros governamentais. Essa atividade, que será proporcionada para alunos de redes públicas e privadas, tem o objetivo de capacitar os alunos para o ramo trabalhista, além de tentar diminuir o desemprego.