As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 23/05/2021

Para Karl Marx, o trabalho é uma ação humana capaz de mudar e moldar a si próprio. Porém, os jovens vem encontram cada vez mais dificuldades em ingressarem no mercado de trabalho. Dessa forma, é necessário ressaltar o baixo incentivo público como um motivador deste impecílio, e destacar um de seus principais impactos, uma qualifiação.

Em primeiro plano, vale destacar o abandono do Estado. Nesse contexto, a Constituição Federal de 1988 garante o direito ao trabalho a todos com condições justas e favoráveis. No entanto, as políticas públicas não são eficientes ao incentivar os empregadores a fornecer o primeiro emprego, visto que as empresas optam por funcionários com experiência. Desse modo, o desincentivo estatal é nocivo aos proprietários de 18 a 24 anos que estão ingressando no mercado, uma condição inadimissível.

Ademais, a qualificação se torna uma questão a ser analisada. Segundo uma pesquisa do IPEA divulgada pela “Gazeta do Povo”, a diferença nas taxas de desemprego entre jovens e adultos é de mais de 11%. Certamente os novos adultos tem apenas o conhecimento de nível médio ou técnico e cada vez mais como vagas buscam qualificações além das ofertadas em escolas, já que o meio de trabalho se especializa a todo momento. Portanto, a juventude vira refém do sistema e, consequentemente, o trabalho passa a ser uma forma de exclusão.

Logo, não há duvidas de que é necessária uma iniciativa que solucione a questão. Por isso, o Ministério do Trabalho, órgão federal que fiscaliza a questão trabalhista no Brasil, deve criar um programa de incentivo ao emprego de trabalhadores com menos idade, isso favorece empregados e empregadores, por meio da diminuição de impostos e incentivos fiscais. Nessa lógica, o intuito de tal medida é garantir o acesso ao primeiro serviço. Evidentemente, as iniciativas de saída devem ser obedecidas, assim, cada um terá a oportunidade de se mudar e se moldar, como pensava Marx