As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 29/06/2021
Em o Mito da Caverna, Platão denota a ignorância em que os indivíduos vivem. Fora da alusão, o cenário brasileiro atual evidência certa ignorância tanto em relação à população, que está cada vez mais desestimulada, devido a polarização no mercado de trabalho, quanto no contexto parental e governamental, os quais não oferecem atenção básica as causas que tangem as dificuldades, cujos jovens enfrentam frente à entrada ao mercado de trabalho.
A princípio, convém ressaltar que um dos entraves para resolução do problema é causado pelas transformações socioêconomicas nos últimos anos. Analisando o contexto histórico brasileiro, a Revolução Industrial, iniciada em 1930, trouxe consigo a aprimoração tecnológica, na qual muitos brasileiros tiveram seu trabalho substituído por maquínas. Portanto, analisando tanto o contexto histórico, quanto o atual, observa-se necessário a adaptação constante dos indivíduos, em relação ao aprimoramento tecnológico, no intuito da tecnologia não afetar negativamente a sociedade, pois a mesma está cada vez mais importante para o dia a dia, sendo exigida de forma efetiva para o acesso ao mercado de trabalho. Dessa forma, evidencia-se necessário que medidas de intervenção sejam tomadas, a favor do auxílio à aprimoração do campo de visão juvenil, em relação aos requisitos exigidos para facilitar a entrada dos mesmos e oferecer apoio em um momento tão conturbado e decisivo.
Em segunda análise, deve-se observar que os jovens enfrentam esse periódo em um dos momentos mais tensos da sua vida, o qual requer apoio e orientação para auxiliá-los na escolha da formação acadêmica, cuja posteriormente irá promover a entrada no mercado de trabalho e lhe proporcionará uma melhor posição estatal. De acordo com o Tesouro Nacional, atualmente o investimento em infrestrutura é baixo e configura-se como o menor em 10 anos. No entanto, a priorização dos investimentos na área da educação é fundamental para intervenção do problema, uma vez que a educação carece de impulsos e estímulos governamentais para agir de maneira mais eficiente. Por conseguinte, a falta de atenção estatal para impulsionar estímulos para esse setor, atua como empecilho na intervenção do problema, dificultando sua resolução.
Logo, medidas estrátegicas são necessárias para alternar esse cenário. Propõe-se que o Ministério Público Federal e o Tribunal de Contas da União atuem no remanejamento dos investimentos brasileiros, a fim de ofertar melhor estruturação para outras áreas se desenvolverem e consequêntemente resolver tanto o problema de atenção básica à educação, quanto o déficit no mercado de trabalho, os quais apresentam-se emergentes na sociedade. A partir dessas ações, espera-se promover melhoras no que tange o impasse dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho.