As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 25/06/2021

Durante a Idade Média havia um processo de estratificação social, em que a sociedade era dividida em clero, nobres e servos, a qual a mobilidade social era incomum. A flexibilidade das classes sociais na época medieval está relacionada à seleção e ascensão do jovem no mercado de trabalho. Logo, pode-se atrelar essa dificuldade com o nepotismo e as exigências feita em relação da tecnologia.

Em primeiro plano, evidencia-se que o nepotismo está relacionado com a difícil entrada desses indivíduos em empregos. É o favorecimento de parentes por meio de cargos profissionais sendo, por conseguinte um vetor de impedimento da aceitação do jovem no meio. Portanto, ao invés do cargo ser executado por alguém que apresenta qualificação adequada para a posição é selecionado todavia, um profissional incompetente. Destarte, é viável o rompimento dessa ocorrência.

Outrossim, ressalta-se que há a cobrança do futuro profissional de saber manusear os instrumentos tecnológicos. Conforme Immanuel Kant, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele”, isto é, somente pela educação é que há maior experiência. A afirmação atrela-se à educação do sujeito, a qual se ele não obtiver acesso com o meio tecnológico será dubitavelmente aceito na proposta de emprego, contudo, nem todos têm essa acessão. Nesse viés, é essencial tornar-se algo democrático.

Verifica-se, assim, a necessidade de exterminar essas adversidades. Desse modo, o Ministério do Trabalho e Emprego deve intervir por meio da criação de projetos de leis para que possa massificar cursos de informática -a qual todos possam acessar-, com a finalidade de extinguir essa discrepância presente. Ademais, o Estado deve fazer maiores intervenções -a qual fiscalize e monitore os estabelecimentos que realizam parentelismo-. Com tais medidas, será possível romper com os paradigmas impostos durante o Período Medieval.