As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 03/07/2021

A Constituição Federal de 1998, documento jurídico mais importante do pais, prevê em seu artigo 6 o direiro ao trabalho como inerente a todo cidadão brasileiro. Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa as dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho, dificultado, desse modo, a universalização desse direito social tão importante. Diante dessa perspectiva, faz-se impreriosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais combater a dificuldade dos jovens ingressarem no mercado de trabalho. Nesse sentido, com o descaso do governo pela falta de procupação e iniciativa para sanar o problema. Essa conjutura, segundo as ideias do filósofo contrualista jonh Locke, configura-se como uma violação do “contrato social"já que o estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o trabalho o que infelizmente é evidente no país.

A educação é o fator principal no desenvolvimento de um país. Hodiernamente, ocupando a nona posição na economia mundial, seria racional acreditar que o Brasil possui um sistema público de ensino eficiente. Contudo, a realidade é justamente o oposto e o resultado desse contraste é claramente refletido na dificuldade dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho.

Deprende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos. Para isso, é imprescindível que o Ministerio Educação por intermédio de capacitação possa qualificar os profissionais. Assim, se consolidará uma sociedade mais igualitária onde o estado desempenha corretamente seu “contrate social” tal como afirma jonh Locke.