As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 06/07/2021

Durante a história, o mercado de trabalho sempre foi alvo de drásticas alterações, especialmente nas Revoluções Industriais, que mudaram a forma de se produzir e acabaram criando e apagando diversas profissões no mercado. Entretanto, com essas mudanças, a dificuldade dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho aumentou, e isso se deve a dois fatores específicos: a alta necessidade de especialidade na terceira Revolução industrial e da preferência ao mais experiente.

Em primeiro plano, a terceira das grandes mudanças da indústria tornou necessário uma demanda por qualificação baseada nas extremidades, uma vez que a maioria dos ofícios estão sendo operados com tecnologia de ponta. Assim, a integridade e o funcionamento dessa tecnologia necessita ser vigiada por pessoas altamente especializadas, enquanto processos mais simples oriundos dessa infraestrutura precisam de uma mão de obra menos qualificada, como por exemplo, a montagem de produtos elétricos.

Além disso, durante uma contratação, aqueles que estão contratando, na maioria esmagadora dos casos, contratam o mais experiente, enquanto nas crises, acabam por demitir os menos experientes. Isso é, os empregadores sempre irão optar no qual oferece mais lucro, sendo assim, um empregado jovem e sem experiência tanto no ramo como no mercado de trabalho em geral, não é visto como um bom investimento, diferente de um empregado mais velho e com mais experiência prática.

Portanto, visto os fatos apresentados, o governo federal, juntamente com o Ministério do Trabalho, deve aumentar a empregabilidade dos jovens por meio da criação de uma norma trabalhista, a qual exijirá que as empresas tenham um determinado número mínimo de empregados jovens, começando somente a partir das contratações após a implementação da lei, assim evitando demissões para a comprimento dela. Dessa forma, será possível alcançar o objetivo de mitigar as dificuldades de contratação que os jovens enfrentam.