As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 22/08/2021
É de conhecimento geral que os jovens fornecem e muito para ingressarem no mercado de trabalho, e desde 2017 os níveis de desemprego só foram aumentados, prejudicando-os ainda mais.
Pode-se mencionar que as oportunidades de profissionalização são cada vez mais escassas. A partir de 2015 o investimento em educação voltou a não ser mais prioridade para o governo, colocando a juventude, principalmente os que não tem condições de arcar com os custos de um pré-vestibular, curso técnico ou graduação, em uma situação de não ter escolha, se não aceitar empregos em situações precárias e instáveis.
Há registros, disponíveis no site “O TEMPO” em uma matéria de dados 02/11/2020, que entre 2002 e 2014 o investimento no setor da educação passou de R $ 18 bilhões para R $ 115,7 bilhões, assim aumento o número de estudantes universitários de 3,4 milhões para 8 milhões. Como consequência desse investimento, até 2015 o nível de empregabilidade e de qualificação se desenvolvia.
Em virtude dos fatos destacados, é necessário tomar uma atitude para não prejudicar ainda mais a geração de jovens. É fundamental o governo entender a importância dos investimentos no setor educacional, e torná-los novamente uma prioridade, estimulando assim mais jovens a correram atrás de uma qualificação.
O governo deveria semestralmente distribuir uma verba para o setor a fim de ir uma boa parte para a criação de novas vagas nas universidades, e garantir a educação para o maior número de pessoas e jovens possíveis. As próprias escolas cuidariam do recebimento da verba, e da implementação do número de vagas disponíveis a cada semestre e ainda fiscalizariam os atrasos da verba.
Essa iniciativa é de suma importância pois como disse o educador Paulo Freire “Ninguém educa ninguém, ninguém educa a mesmo, os homens se educam entre si, mediatizados pelo mundo.”