As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 29/09/2021
Conforme consta no Artigo 6º da Constituição de 1988, o trabalho é um direito social de todos. Na realidade brasileira, esse direito não é posto em prática pela existência da dificuldade no ingresso de jovens no mercado de trabalho. Diante dessa problemática, é válido averiguar a falta de políticas públicas empregatícias e à falta de formação profissionalizante nas escolas.
Em primeira análise, cabe ressaltar como a falta de políticas públicas empregatícias é um grande agravante desse problema. Segundo dados divulgados pelo IBGE, o número de desempregados entre 18 a 24 anos, em 2021, é de 31%. Diante disso, fica claro como à falta de incentivo por parte do Estado, por meio de campanhas públicas, desinforma e desestimula jovens a conseguir emprego.
Ademais, é primordial ressaltar à falta de formação profissionalizante nas escolas como um fator motivador dessa adversidade. O ensino técnico além de estimular os jovens, pode trazer grandes benefícios para sua carreira, dando prática e conhecimento sobre a área estudada, o que é exigido na maior parte das vagas de emprego atualmente. Dessa maneira, o ensino colocado em prática pode acarretar em uma dimuição das taxas de desemprego entre jovens no Brasil.
infere-se, portanto, que o Estado deve atuar de forma responsável para atenuar essa problemática. Desse modo, cabe ao Ministério do Trabalho promover políticas públicas que incentivem a inclusão de jovens no mercado de trabalho, por meio do treinamento deles para o mercado de trabalho, feito por empresas que desejem inseri-los. Não obstante, o Ministério da Educação deve incorporar nas escolas brasileiras aulas voltadas ao preparo profissional dos estudantes, dadas por profissionais da área, e que estimulem os jovens a descobrir suas vocações. Dessa forma, o que consta no sexto artigo da Constituição federal será uma realidade no Brasil.