As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 18/09/2021

Em meados da década de 1960, a população era chamada de geração X, a qual era caracterizada como jovens mais maduros, que buscavam pelos seus direitos e por sua independência. Já no início do século XXI, com o surgimento da internet, as pessoas que eram nascidas imersas nessa tecnologia, - chamada de geração Z -, tiveram mais dificuldades para ingressar no mercado de trabalho. Nesse sentido, houve um grande aumento de desempregados no decorrer dos anos, devido à falta de experiência e controle emocional. Portanto, medidas são necessárias para a solução desse problema.

Em primeiro lugar, é importante ressaltar que as escolas não estão preparando os jovens para o ambiente profissional e uma grande parte desses adolescentes não terminam os estudos por terem baixa renda, visto que a cada ano aumenta a taxa de desempregados e estes continuam na População Economicamente Inativa (PEI). Nesse sentido, como disse o empresário Steve Jobs, “a tecnologia move o mundo”, ou seja, a geração Z deve utilizar a internet de forma consciente para evoluir profissionalmente e ajudar no mercado de trabalho, já que nos dias atuais estão exigindo a habilidade no âmbito digital.

Ademais, vale salientar que os jovens ficaram mais imaturos e não possuem controle emocional para o trabalho. Nesse contexto, as famílias colocaram mais pressão nos filhos em relação a vida acadêmica e profissional, o que dificultou a entrada ao emprego. Entretanto, após a pandemia do Covid-19, com o isolamento social, as pessoas ficaram mais próximas à internet, principalmente nos aplicativos Instagram e Tiktok. Com isso, diversos jovens ficaram famosos e começaram a ganhar dinheiro trabalhando nessas redes sociais.

Dessa forma, é de extrema importância resolver as dificuldades enfrentadas pelos os jovens para ingressar no mercado de trabalho. Nesse sentido, para que haja um menor índice de desempregados, é necessário que o Ministério da Educação, dê bolsa de estudo para as crianças que têm baixa renda, e com o auxílio das escolas, preparem os adolescentes desde cedo para a vida profissional, tendo educação financeira como matéria escolar, amostra de profissões para tirar as dúvidas em relação ao emprego e ter um momento para ajudar os jovens a controlar as suas emoções e conseguir lidar com os desafios do âmbito profissional. Com isso, os adolescentes estariam preparados para enfrentar as dificuldades do mercado de trabalho.