As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 16/11/2021
De acordo com o economista John Keynes, o criador da escola keynesiana econômica, o pleno emprego era uma meta alcançável e deveria ser o foco das nações. Contudo, esse objeto não foi atingido, principalmente na classe dos mais jovens, que também são os mais desempregados. Assim, a falta de qualificação para empregos modernos em conluio com burocracia e taxação excessivas impede a ingressão efetiva dos jovens no mercado trabalhista.
Segundo o jornal A Gazeta, em 2021, o Espirito Santo possuía em torno de 270 mil desempregados, porém metade dos empregadores encararam dificuldade para contratar profissionais qualificados. Logo, a falta de competência no âmbito educacional contribui para o desemprego em massa. Portanto, enquanto o sistema escolar for anacrônico não haverá mudança para os mais novos.
Além disso, o Banco Mundial classifica o Brasil como o 124º país em facilidade de fazer negócios, uma péssima colocação. Consequentemente, empresas estrangeiras evitam estabelecerem-se em terras brasileiras, o que provoca a estagnação da geração de ofícios. Entretanto, não há indícios que o gigantesco aparato estatal se reduzirá.
Em suma, o Ministério da Educação deve, por meio de palestras, incentivar com que escolas ministrem matérias especificas para a formação profissional contemporânea, como programação para alunos que trabalharão na área de tecnologia, com o intuito de diminuir o desemprego entre jovens. Da mesma forma, o Congresso e o Senado nacionais devem criar e aprovar leis que reduzam o peso do Estado nas empresas, com a intenção de atrair mais trabalhos para o território nacional, aumentando a taxa de empregados jovens.