As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 11/03/2022
No filme norte-americano “À Procura da Felicidade”, um pai enfrenta dificulda-des para conseguir manter seu filho com um serviço informal de vendas de apare-lhos de tomografia sem sucesso no comércio. Nesse contexto, fora da ficção é visto que muitos jovens enfrentam obstáculos para conseguir entrar na área de trabalho e os muitos que não conseguem optam por empregos informais. Desse modo, é necessário que medidas sejam tomadas com o intuito de diminuir o problema, que é motivado pela falta de oportunidade das empresas aos jovens que não possuem experiência na área e traz como consequência o aumento da taxa de desemprego.
Nessa perspectiva, segundo o estudo realizado pelo Instituto de Pesquisa Eco-nômica Aplicada (Ipea), é evidenciado que 64% dos jovens entre 15 e 24 anos, que nunca trabalharam, não conseguem ingressar no mercado de trabalho por não possuírem vivência na área. Diante do exposto, é fato que as empresas preferem oferecer a oportunidade para aqueles que já possuem habilidades no ramo do ofício por ser mais interessante para a firma. Dessarte, esquece-se dos jovens que segundo o Papa Francisco “são eles a janela do futuro”.
Ademais, com a juventude não possuindo chances para conseguir empregos fixos, ocorre o aumento do número de desempregados no Brasil o qual implica di-retamente na sociedade. Diante do mencionado, tal adversidade contribui para o crescimento da pobreza e da busca de subempregos informais que consequente-mente provoca a diminuição da economia do país devido o baixo consumo da po-pulação, o que aumenta ainda mais o número de inativos no país.
Diante dessa problemática, consta-se que providências sejam tomadas com o objetivo de aumentar o ingresso dos jovens no mercado de trabalho. Dessa forma, cabe ao governo, juntamente com o Ministério da Economia (ME) promover benefícios às empresas privadas que contratarem jovens que estão se tornando economicamente ativo, por meio de um decréscimo no valor do imposto sobre a renda jurídica da firma, com a finalidade de diminuir o número de desemprego no Brasil. Destarte, evita-se a intensificação da pobreza e dos empregos informais, no qual o cidadão não têm seus direitos garantidos, além de afetar a economia do país e conter possíveis crises.