As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho

Enviada em 01/05/2022

A Constituição de 1988, documento jurídico mais importante do país, prevê em seu artigo 6°, o direito a emprego como inerente a todo cidadão brasileiro.Conquanto, tal prerrogativa não tem se reverberado com ênfase na prática quando se observa as dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho,dificultando, deste modo, a universalização desse direito social tão importante.Diante dessa perspectiva, faz-se imperiosa a análise dos fatores que favorecem esse quadro.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governamentais para combater a falta de emprego.Nesse sentido, em setembro de 2017, dados divulgados pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA),moostram que as maiores vítimas da recessão foram os jovens.Do totl de desempregados com idade entre 18 e 24 anos. apenas 25% conseguiram uma nova colocação no mercado de trabalho, enquanto87%estão desempregados hámais de um ano.Essa conjuntura, segundo as ideias do filósofo contratualista John Locke, configura-se como uma violação do “contrato social”,já que o Estado não cumpre sua função de garantir que os cidadãos desfrutem de direitos indispensáveis, como o emprego, oq ue infelizmente é evidente no país.

Ademais, é fundamental apontar que dificuldades e arrumar o primeiro emprego, leva jovens a entrear no mercado informal no Brasil.Segundo daos estatisticos a taxa de desemprego entre pessoas de 25 e 65 anos é de 5,13%.Diante de tal exposto é evidente que o Brasilprecisa dar mais oportunidades aos jovens.Logo, é inadmissível queo cenário continue a perdurar.

Depreende-se, portanto, a necessidade de se combater esses obstáculos.Para isso,é imprescidível que o Governo Federal e o Ministério do Trabalho, por intermédio de projetos, como o jovem aprendiz, de oportunidades do primeiro emprego para os jovens entre 17 e 24 anos.Com a finalidade de acabar com o desemprego.Assi, se consolidará uma sociedade mais empregada, onde o Estado desempenh corretamente seu “contrato social”, tal como afirma John Locke.