As dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho
Enviada em 06/07/2022
Manoel de Barros, o grande poeta pós-mordernistas, desenvolveu em suas obras uma “teologia do traste”, cuja principal característica reside em dar valor às situações frequentemete esquecidas ou ignoradas. Seguindo essa lógica barrosiana, faz-se preciso, portanto, valorizar também a problemática sobre as dificuldades dos jovens de ingressarem no mercado de trabalho. Nesse sentido, a fim de atenuar os males relativos a essa temática, é importante analisar a inoperência estatal e a falta de competências emocionais.
Em primeira análise, é notório que a negligência do poder público é um grande problema. Nessa pespectiva, Otto Von Bismarck, em 1880, afirmou que o Estado deve garantir o bem-estar social da população. No entanto, na medida em que existem pessoas vivendo,no Brasil, em situações sem o mínimo de direitos sociais efetivados como o acesso ao emprego, bem constitucional,há uma falha grotesca da função do Estado com o ideal de Otto. Por consequência disso, uma parcela de jovens brasileiros não tem acesso a meios de trabalho, e vivem a margem da sociedade, uma vez que não existe políticas públicas eficazes, como cursos profissionalizantes e base educacional falha. Desse modo, é inadiável que o bem-estar social seja alcançado, a partir de medidas governamentais.
Além disso, uma grande parcela dos jovens se encontram com a falta de competências emocionais. Nessa lógica, muitos jovens não tem controle de suas emoções no processo de seleção de emprego, em virtude de uma qualificação que não o preparou para o mercado de trabalho e evidencia a falta de praticidade, visto que, esse aspecto não está sempre na formação do jovem. Assim, os novatos perdem seu espaço para aqueles profissionais mais experientes.
Portanto,diante desses aspectos conflitantes relativos a empregabilidade dos jovens,é indiscutível as realizações de ações interventivas.Para tanto, cabe ao Governo Federal-principal responsável por manter a ordem pública e Ministério da Educação, prepararem os jovens para a prática de emprego, por meio de cursos e grades extracurriculares realizadas por profissionais de diversas áreas, a fim de capacita-los e darem experiência para eles. Assim, haverá uma sociedade mais justa.